A Prefeitura de Salvador nunca teve tempo, mas, sempre se esmerou em gastá-lo das duas formas aventuradas pela sociedade: cronologicamente e monetariamente.
No sentido cronológico, ela se empenha em não poupar tempo transportando as necessidades básicas da população para linhas de fatores secundários, terciários, quaternários... e quem souber onde está o subúrbio de Salvador nos planos de inserção sócio-cultural e política da Prefeitura, morre! Monetariamente é muito mais grave, afinal, ela perde o pouco tempo que tem gastando dinheiro com publicidade e construindo um modelo de cidadania e ética que não se vê nem longe em Salvador. Também, vende equívocos ideológicos, como a tolerância religiosa e racial. Quando todo mundo pensa que na Bahia, o maior Estado negro fora da África, não há racismo... Uma das maiores lorotas que se tem notícia desde Golias e Davi.
Porém, desta vez a Prefeitura foi longe!
Ela reabilitou uma estratégia medíocre e completamente anacrônica sobre o povo baiano... a estratégia mequetrefe de “unir” o eleitorado pobre/rico em uma pseudo tentativa de homenagear as lavadeiras em uma propaganda que “apresenta” a população, o novo sistema de abatimento de até 50% para o segundo translado do transporte público, quando efetuado o transbordo num prazo menor que uma hora.
As lavadeiras são uma parte do que sobrou da escravidão. Lembra a cena em que a princesinha Isabel, toda meiga e boa liberta os escravos e os torna livres da vida que só ela achava que eles tinham direito?! Então... depois disso os escravos ficaram sem rumo, sem contexto, sem história, sem função... ah é! Eles ficaram com a parte da exclusão! É verdade... a função de atuar na marginalidade... excluídos de uma realidade que o fizeram ser parte. Chega a ser engraçado, se não fossem negros...
Nunca foram modelos de exemplo, nunca representaram orgulho (a não ser pelas pessoas que respiram a democratização das “raças”) e neste ano, nunca foram tão desejados os despossuídos. Já que a gente esquece que eles são maioria, entretanto, quando é ano de eleição, a prefeitura que deseja reeleger-se não esquece... e como poderia?!
Salve os publicitários políticos e os bobos da corte que acreditam em tudo que vêem na TV.
Salvem os que deformam e não traduzem informação. (=.
No sentido cronológico, ela se empenha em não poupar tempo transportando as necessidades básicas da população para linhas de fatores secundários, terciários, quaternários... e quem souber onde está o subúrbio de Salvador nos planos de inserção sócio-cultural e política da Prefeitura, morre! Monetariamente é muito mais grave, afinal, ela perde o pouco tempo que tem gastando dinheiro com publicidade e construindo um modelo de cidadania e ética que não se vê nem longe em Salvador. Também, vende equívocos ideológicos, como a tolerância religiosa e racial. Quando todo mundo pensa que na Bahia, o maior Estado negro fora da África, não há racismo... Uma das maiores lorotas que se tem notícia desde Golias e Davi.
Porém, desta vez a Prefeitura foi longe!
Ela reabilitou uma estratégia medíocre e completamente anacrônica sobre o povo baiano... a estratégia mequetrefe de “unir” o eleitorado pobre/rico em uma pseudo tentativa de homenagear as lavadeiras em uma propaganda que “apresenta” a população, o novo sistema de abatimento de até 50% para o segundo translado do transporte público, quando efetuado o transbordo num prazo menor que uma hora.
As lavadeiras são uma parte do que sobrou da escravidão. Lembra a cena em que a princesinha Isabel, toda meiga e boa liberta os escravos e os torna livres da vida que só ela achava que eles tinham direito?! Então... depois disso os escravos ficaram sem rumo, sem contexto, sem história, sem função... ah é! Eles ficaram com a parte da exclusão! É verdade... a função de atuar na marginalidade... excluídos de uma realidade que o fizeram ser parte. Chega a ser engraçado, se não fossem negros...
Nunca foram modelos de exemplo, nunca representaram orgulho (a não ser pelas pessoas que respiram a democratização das “raças”) e neste ano, nunca foram tão desejados os despossuídos. Já que a gente esquece que eles são maioria, entretanto, quando é ano de eleição, a prefeitura que deseja reeleger-se não esquece... e como poderia?!
Salve os publicitários políticos e os bobos da corte que acreditam em tudo que vêem na TV.
Salvem os que deformam e não traduzem informação. (=.

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